Qual o peixe que não é remoso? Lista Completa e Dicas de Consumo

Muita gente fica em dúvida sobre qual peixe não é remoso, principalmente quem tá tentando comer melhor ou acabou de passar por cirurgia. Alimentos remosos tendem a causar inflamação, atrapalham a cicatrização e podem dar dor de cabeça pra saúde.

Por isso, saber o que evitar e o que colocar no prato faz diferença de verdade.

Cena subaquática com vários peixes coloridos nadando entre corais, destacando um peixe sem ventosa na cabeça.
Qual o peixe que não é remoso? Lista Completa e Dicas de Consumo

Peixes com escamas, como tilápia, bacalhau, salmão, sardinha e robalo, não são considerados remosos. Eles trazem gorduras boas, tipo o ômega 3, que ajudam a segurar a inflamação e dão uma força pra recuperação do corpo.

Já os peixes sem escamas, conhecidos como peixes de couro, costumam ser remosos porque podem ter substâncias que aumentam a inflamação.

Saber disso já é meio caminho andado pra escolher melhor o que vai pro prato, especialmente se você quer fugir de problemas ligados à inflamação.

Quais peixes não são remosos?

Nem todo peixe vai causar inflamação. Alguns, pelo contrário, têm propriedades benéficas e são ótimos pra saúde.

Esses geralmente têm escamas e trazem nutrientes importantes.

Definição de peixe remoso e não remoso

Peixes remosos são aqueles que podem provocar inflamação no corpo. Isso rola porque eles têm substâncias que complicam a cicatrização da pele e podem piorar quadros inflamatórios.

Os não remosos não causam esses efeitos. A diferença principal tá na presença ou não de escamas.

Peixes sem escamas, os “peixes de couro” como bagre e cação, entram na lista dos remosos. Os com escamas, normalmente, ficam de fora dessa categoria.

A alimentação e o ambiente onde o peixe cresce também contam bastante pra essa classificação.

Exemplos de peixes não remosos

Entre os peixes não remosos mais conhecidos, dá pra citar:

  • Tilápia
  • Salmão
  • Sardinha
  • Dourado
  • Truta
  • Robalo
  • Bacalhau
  • Corvina
  • Merluza
  • Pescada
  • Lambari
  • Arenque

Esses são ótimos pra quem busca uma dieta saudável, pois o risco de causar inflamação é baixo.

Eles também são ricos em proteínas e ácidos graxos que o corpo adora.

Benefícios nutricionais dos peixes não remosos

Peixes não remosos costumam ser uma baita fonte de proteína de qualidade e ômega 3.

O ômega 3, inclusive, é famoso pela ação anti-inflamatória, protege o coração e faz bem pra pele.

O consumo regular desses peixes pode ajudar no processo de cicatrização e dar aquele up na imunidade.

Eles trazem vitaminas e minerais essenciais, tipo vitamina D e selênio, que ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

Relação entre peixes de escamas e ausência de remosidade

Peixes com escamas geralmente apresentam menos compostos inflamatórios. Isso tem a ver com os hábitos de vida e alimentação deles, que acabam deixando a carne com mais qualidade.

A presença de escamas costuma indicar um peixe mais natural, muitas vezes criado ou pescado em ambientes menos poluídos.

Por consequência, a carne desses peixes tende a ser mais rica em gorduras boas e menos contaminada por metais pesados.

Por que evitar peixes remosos?

Peixes remosos podem aumentar a inflamação no corpo, principalmente em quem tá com feridas ou acabou de operar.

Eles costumam ter gorduras e contaminantes que atrapalham a cicatrização.

Saber identificar esses peixes pode evitar dor de cabeça e complicações.

Características dos peixes considerados remosos

Peixes remosos, ou de couro, não têm escamas e normalmente se alimentam de restos e detritos. Isso acaba deixando a carne com menos qualidade nutricional e mais inflamatória.

Eles também têm maior risco de contaminação por metais pesados e outras toxinas.

Alguns exemplos comuns são bagre, cação, surubim, moréia e viola. Esses peixes têm uma gordura diferente, mais propensa a causar inflamação, ao contrário dos peixes escamosos.

Riscos à saúde e processos inflamatórios

Comer peixes remosos pode aumentar processos inflamatórios, atrapalhando a cicatrização de feridas e dificultando a recuperação depois de cirurgias.

A presença de contaminantes nesses peixes também pode prejudicar o sistema imunológico e aumentar o risco de doenças.

A inflamação crônica por conta desses alimentos pode piorar alergias ou dores nas articulações. Não vale a pena arriscar, principalmente quando o corpo tá tentando se recuperar.

Principais tipos de peixes remosos

Entre os peixes remosos mais frequentes, estão:

  • Bagre
  • Cação
  • Surubim
  • Viola
  • Moréia
  • Cavala
  • Tubarão
  • Peixe-serra
  • Raia

Peixes como atum, anjo e mandi também podem ser problemáticos, dependendo da origem e do modo de criação.

Frutos do mar como camarões e caranguejos entram nessa lista de alimentos remosos, geralmente por causa do tipo de gordura e do risco de contaminação.

Orientações após cirurgias e feridas

Quem acabou de passar por uma cirurgia precisa ficar atento aos peixes remosos. Eles podem complicar a cicatrização e até aumentar o risco de infecção, já que costumam causar certa inflamação.

Se possível, é melhor dar preferência aos peixes escamosos, como salmão ou tilápia. Eles têm gorduras anti-inflamatórias que ajudam bastante.

O jeito de preparar também faz diferença. Fritura? Melhor evitar. Cozidos ou grelhados acabam sendo mais leves e saudáveis pra pele.

Laura Okynawa

Nutricionista de formação, jornalista e redatora por inspiração, meu foco é levar informações

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